quinta-feira, 23 de abril de 2009

Tudo Azul....






Observei que o numero de visitantes está aumentando .
Em razão disso mudei o layout para agradar meus leitores, tomara que gostem ...
Queria tanto fazer bonito para vocês....
Obrigada a cada um pelo carinho da visita, tenho conhecido tanta gente boa e inteligente através de blog.


Beijo no coração de cada um....
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Aos meus dois Jorges queridos !!!!!

Meu Santo Guerreiro...

... e o anjinho da casa...










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terça-feira, 21 de abril de 2009

Identidade de Roberto Lopes.







Recebi um email muito carinhoso e simpático do grande compositor Roberto Lopes sobre meu post “ Galinha de Ipanela” .

No email , Roberto com um discurso muito elegante , típico de grandes sambistas e velhos malandros guerreiros do nosso Rio de Janeiro, se justificava (se assim podemos dizer), dizendo que é uma pessoa séria , que possui diversas obras gravadas por vários artistas reconhecidos na mídia como por exemplo , Zeca Pagodinho com os geniais sambas Maneco Telecoteco, Vida da gente, Ratatuía , Terreiro em Acari e Que Alegria.

Seu samba já foi abrilhantado ainda nas vozes de artistas como Agepê, Beth carvalho e Neguinho da Beija Flor.

Disse-me também que tudo não passava de uma grande brincadeira em momento de descontração.

Ora, Roberto e você acha que tenho alguma dúvida disto ???

Só tenho a lhe dizer que me senti muito, mas muito honrada ao receber tão nobre email e que já ouvi seu CD o ROBERTO LOPES IDENTIDADE , da gravadora SEVEN / UNIVERSAL no qual recomendo a todos com participação especialíssima de Nelson Sargento e Sereno.
O espaço está aberto para artistas como você , precisamos antes de mais nada valorizar nossos autores .

Quanto ao “Galinha de Ipanela” preciso esclarecer que adorei o clipe , meus pequenos também adoraram e não podemos de forma alguma deixar de ressaltar a incrível participação dos atores envolvidos, que fizeram o maior sucesso aqui em casa.

Agora Roberto , vamos ser sinceros.... que nossos maridos sambistas nos dão uma enrolada básica , ah isso dão!!!!!!

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terça-feira, 14 de abril de 2009

Ai essa vida de operária...



Tô morta de cansada !!!!


Cheguei do trabalho depois de um estresse do cacete no trânsito. Em casa tinha uma maquete do menino de doze pra revisar, ajudar o menino de dois anos a pintar e ligar os bichinhos no seu deverzinho, ajudar o menino de oito com a interpretação de texto e nova ortografia, enviar os exercícios da materia online da faculdade , ufa!



Queria mesmo estar no SPA fazendo massagens ou no Ofurô .... quem sabe seria uma operaria assim...




terça-feira, 7 de abril de 2009

Dilma sequestrava, assaltava e comia criancinha ?????

Está ficando complicado ler jornais, revistas e ver notícias pela TV, sem ficar pensando se aquele fato é tendencioso ou não, pior ainda quando é mentira. Por isso acompanho diariamente o blog do jornalista Zé Sergio o Quem é vivo sempre aparece como forma alternativa de leitura diária de informações.

Até bem pouco tempo, antes do boom dos blogs, eu acessava o jornais o Globo e depois O Dia quase que automaticamente e sem perceber passei a ler o SRZD do Sidney Resende por sentir que era um jornal digital mais honesto , mais sincero e que interagia com o leitor. Suas opiniões sempre me pareceram descompromissadas.

Assim acontece com o Que é vivo sempre aparece, já me vejo em busca de informações diariamente, pois sei que está atualizado e o principal, comprometido só com a verdade , do tipo “não devo nada pra ninguém”. Tomara que assim continue...

Lá pude ler a publicação desta carta protesto, do jornalista Antonio Espinosa , sobre a publicação não muito correta e tendenciosa no jornal Folha de São Paulo, sobre a participação de Dilma Rousseff , enquanto guerrilheira no plano de seqüestro de Delfim Moreira.

Leiam.




"À coluna Painel do Leitor"

Prezados senhores,

Chocado com a matéria publicada na edição de hoje (domingo, 5), páginas A8 a A10 deste jornal, a partir da chamada de capa "Grupo de Dilma planejou seqüestro de Delfim Neto", e da repercussão da mesma nos blogs de vários de seus articulistas e no jornal Agora, do mesmo grupo, solicito a publicação desta carta na íntegra, sem edições ou cortes, na edição de amanhã, segunda-feira, 6 de abril, no "Painel do Leitor" (ou em espaço equivalente e com chamada de capa), para o restabelecimento da verdade, e sem prejuízo de outras medidas que vier a tomar.
Esclareço preliminarmente que:

1) Não conheço pessoalmente a repórter Fernanda Odilla, pois fui entrevistado por ela somente por telefone. A propósito, estranho que um jornal do porte da Folha publique matérias dessa relevância com base somente em "investigações" telefônicas;
2) Nossa primeira conversa durou cerca de 3 horas e espero que tenha sido gravada. Desafio o jornal a publicar a entrevista na íntegra, para que o leitor a compare com o conteúdo da matéria editada. Esclareço que concedi a entrevista porque defendo a transparência e a clareza histórica, inclusive com a abertura dos arquivos da ditadura. Já concedi dezenas de entrevistas semelhantes a historiadores, jornalistas, estudantes e simples curiosos, e estou sempre disponível a todos os interessados;
3) Quem informou à Folha que o Superior Tribunal Militar (STM) guarda um precioso arquivo dos tempos da ditadura fui eu. A repórter, porém, não conseguiu acessar o arquivo, recorrendo novamente a mim, para que lhe fornecesse autorização pessoal por escrito, para investigar fatos relativos à minha participação na luta armada, não da ministra Dilma Rousseff. Posteriormente, por e-mail, fui novamente procurado pela repórter, que me enviou o croquis do trajeto para o sítio Gramadão, em Jundiaí, supostamente apreendido no aparelho em que eu residia, no bairro do Lins de Vasconcelos, Rio de Janeiro. Ela indagou se eu reconhecia o desenho como parte do levantamento para o seqüestro do então ministro da Fazenda Delfim Neto. Na oportunidade disse-lhe que era a primeira vez que via o croquis e, como jornalista que também sou, lhe sugeri que mostrasse o desenho ao próprio Delfim (cossignatário do Ato Institucional número 5, principal quadro civil do governo ditatorial e cúmplice das ilegalidades, assassinatos e torturas).
Afirmo publicamente que os editores da Folha transformaram um não-fato de 40 anos atrás (o seqüestro que não houve de Delfim) num factóide do presente (iniciando uma forma sórdida de anti-campanha contra a ministra). A direção do jornal (ou a sua repórter, pouco importa) tomou como provas conclusivas somente o suposto croquis e a distorção grosseria de uma longa entrevista que concedi sobre a história da VAR-Palmares. Ou seja, praticou o pior tipo de jornalismo sensacionalista, algo que envergonha a profissão que também exerço há mais de 35 anos, entre os quais por dois meses na Última Hora, sob a direção de Samuel Wainer (demitido que fui pela intolerância do falecido Octávio Frias a pessoas com um passado político de lutas democráticas).

A respeito da natureza tendenciosa da edição da referida matéria faço questão de esclarecer:

1) A VAR-Palmares não era o "grupo da Dilma", mas uma organização política de resistência à infame ditadura que se alastrava sobre nosso país, que só era branda para os que se beneficiavam dela. Em virtude de sua defesa da democracia, da igualdade social e do socialismo, teve dezenas de seus militantes covardemente assassinados nos porões do regime, como Chael Charles Shreier, Yara Iavelberg, Carlos Roberto Zanirato, João Domingues da Silva, Fernando Ruivo e Carlos Alberto Soares de Freitas. O mais importante, hoje, não é saber se a estratégia e as táticas da organização estavam corretas ou não, mas que ela integrava a ampla resistência contra um regime ilegítimo, instaurado pela força bruta de um golpe militar;
2) Dilma Rousseff era militante da VAR-Palmares, sim, como é de conhecimento público, mas sempre teve uma militância somente política, ou seja, jamais participou de ações ou do planejamento de ações militares. O responsável nacional pelo setor militar da organização naquele período era eu, Antonio Roberto Espinosa. E assumo a responsabilidade moral e política por nossas iniciativas, denunciando como sórdidas as insinuações contra Dilma;
3) Dilma sequer teria como conhecer a idéia da ação, a menos que fosse informada por mim, o que, se ocorreu, foi para o conjunto do Comando Nacional e em termos rápidos e vagos. Isto porque a VAR-Palmares era uma organização clandestina e se preocupava com a segurança de seus quadros e planos, sem contar que "informação política" é algo completamente distinto de "informação factual". Jamais eu diria a qualquer pessoa, mesmo do comando nacional, algo tão ingênuo, inútil e contraproducente como "vamos seqüestrar o Delfim, você concorda?". O que disse à repórter é que informei politicamente ao nacional, que ficava no Rio de Janeiro, que o Regional de São Paulo estava fazendo um levantamento de um quadro importante do governo, talvez para seqüestro e resgate de companheiros então em precárias condições de saúde e em risco de morte pelas torturados sofridas. A esse propósito, convém lembrar que o próprio companheiro Carlos Marighela, comandante nacional da ALN, não ficou sabendo do seqüestro do embaixador americano Charles Burke Elbrick. Por que, então, a Dilma deveria ser informada da ação contra o Delfim? É perfeitamente compreensível que ela não tivesse essa informação e totalmente crível que o próprio Carlos Araújo, seu então companheiro, diga hoje não se lembrar de nada;
4) A Folha, que errou a grafia de meu nome e uma de minhas ocupações atuais (não sou "doutorando em Relações Internacionais", mas em Ciência Política), também informou na capa que havia um plano detalhado e que "a ação chegou a ter data e local definidos". Se foi assim, qual era o local definido, o dia e a hora? Desafio que os editores mostrem a gravação em que eu teria informado isso à repórter;
5) Uma coisa elementar para quem viveu a época: qualquer plano de ação envolvia aspectos técnicos (ou seja, mais de caráter militar) e políticos. O levantamento (que é efetivamente o que estava sendo feito, não nego) seria apenas o começo do começo. Essa parte poderia ficar pronta em mais duas ou três semanas. Reiterando: o Comando Regional de São Paulo ainda não sabia com certeza sequer a freqüência e regularidade das visitas de Delfim a seu amigo no sítio. Depois disso seria preciso fazer o plano militar, ou seja, como a ação poderia ocorrer tecnicamente: planejamento logístico, armas, locais de esconderijo etc. Somente após o plano militar seria elaborado o plano político, a parte mais complicada e delicada de uma operação dessa natureza, que envolveria a estratégia de negociações, a definição das exigências para troca, a lista de companheiros a serem libertados, o manifesto ou declaração pública à nação etc. O comando nacional só participaria do planejamento, portanto, mais tarde, na sua fase política. Até pode ser que, no momento oportuno, viesse a delegar essa função a seus quadros mais experientes, possivelmente eu, o Carlos Araújo ou o Carlos Alberto, dificilmente a Dilma ou Mariano José da Silva, o Loiola, que haviam acabado de ser eleitos para a direção; no caso dela, sequer tinha vivência militar;
6) Chocou-me, portanto, a seleção arbitrária e edição de má-fé da entrevista, pois, em alguns dias e sem recursos sequer para uma entrevista pessoal – apelando para telefonemas e e-mails, e dependendo das orientações de um jornalista mais experiente, no caso o próprio entrevistado o –, a repórter chegou a conclusões mais peremptórias do que a própria polícia da ditadura, amparada em torturas e numabsurdo poder discricionário. Prova disso é que nenhum de nós foi incriminado por isso na época pelos oficiais militares e delegados dos famigerados DOI-Codi e Deops e eu não fui denunciado por qualquer um dos três promotores militares das auditorias onde respondi a processos, a Primeira e a Segunda Auditorias de Guerra, de São Paulo, e a Segunda Auditoria da Marinha, do Rio de Janeiro.

Osasco, 5 de abril de 2009
Antonio Roberto Espinosa
Jornalista, professor de Política Internacional, doutorando em Ciência Política pela USP, autor de "Abraços que sufocam - e outros ensaios sobre a liberdade" e editor da Enciclopédia Contemporânea da América Latina e do Caribe.


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domingo, 5 de abril de 2009

A GALINHAGEM

Ser casada com sambista rende histórias engraçadíssimas e uma delas é a importância que nossos maridos dão aos encontros com os seus amigos quando, por exemplo, vão compor alguma obra.

A seriedade no tom dos compositores e artistas em geral ao explicarem para nós, às esposas, que passarão a noite de sexta-feira em reunião para discutir uma linha melódica, uma poesia, ou como no caso o vídeo abaixo, é de seduzir qualquer coração apaixonado e principalmente uma admiradora das artes como eu.

Normalmente regados de acepipes, whisky e muitas, muitas cervejas geladas , no qual os adoráveis amigos do meu digníssimo , (sim adoráveis de verdade, mesmo com toda boa malandragem , os meliantes são pessoas queridas por mim) o resultado a seguir mostra com total fidelidade o que aprontam nestes momentos “sublimes” de criação os “artistas” nestes “indispensáveis “ encontros.


Um grande abraço ao Coronel Viana com muito carinho que faz participação especial no vídeo fumando cachimbo.

COM VOCÊS.... "A GALINHA DE IPANELA"




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sábado, 4 de abril de 2009

Como diria Luiz Carlos da Vila , "como queria ser um Diniz !!!"


Tive o privilégio de assistir semana passada MONARCO E FAMILIA DINIZ, no espaço Cultural da LIGHT, empresa que trabalho e me proporciona momentos maravilhosos no horário do almoço , com uma programação da mais alta patente, como diria os Imperianos queridos, e gratuita diga-se de passagem.

Como tudo na minha vida , o troço não é tão fácil. Pelo fato da programação ser aberta ao público em geral , precisamos claro por questões de principios enfrentar a fila da senha, porém , não podemos nos ausentar do setor para isto . Olha é um problema ... Já começa que temos de convencer um dos quinhentos mil aposentados que montam guarda desde as sete da manhã , argumentando que estamos trabalhando , que precisamos que alguém guarde nosso lugar na fila , que iremos descer na hora da senha depois no show e blá, blá, blá...

Depois de toda logística eu e Izabella Reboredo, (faço aqui um aparte) minha querida amiga sambista de vinte e cinco anos daquelas do tipo que você tem certeza que é reencarnada , pois o gosto musical é da década de quarenta, desfila em quatro escolas de samba no mesmo dia e dorme no barracão atrás de fantasia, finalmente fomos assistir o tão esperado show.

Belinha

Ouvir Monarco , é sublime , Mauro Diniz com aquela voz de veludo e o tempero Malandreado de Marquinho, foi realmente especial. As histórias familiares e cotidianas do patriarca da familia , relembrando a sua juventude ao lado de Natal , dos seus filhos , esposa e parceiros musicais da Portela, nos remete ao passado em uma viagem a quadra da querida Portela de 1940, de 1970 e por aí vai... Um doce deleite... Sem contar Ricardo Cravo Albim , com intervenções esclarecedoras de sua inciclopédia do samba descrevendo com maestria a trajetória do artista e do mundo da música em geral. Uma aula !!!!

No final do show , precisávamos fotografar ao lado do Monarco de qualquer jeito e para isso convencemos o fotógrafo do projeto que nos levou escondido por trás das cortinas e o produtor Maciel, saiu correndo e gritando que não podíamos entrar ali, mas conseguimos chegar ao camarim, demos um puxão no Monarco e tascamos um beijo em cada lado da bochecha dele, a Belinha entusiasmada só sabia repetir – “Seu Monarco”, é uma honra estar ao seu lado, “seu Monarco” , é uma honra estar ao seu lado.... Tiramos a foto e levamos uma tremenda bronca do Maciel que neste momento estava atrás de nós duas com uma cara fechadíssima, mas não queria fazer feio na frente do mestre, saímos escondendo o crachá claro, para não levarmos mais bronca do chefe que nesta hora, já devia estar querendo comer nosso fígado por estarmos atrasadas uma hora do horário do almoço. Saímos as duas cantando: - Pode falar o que quiser não tô nem aí... nada me aborrece , parodiando o samba em homenagem ao Paulo da Portela que tínhamos acabado de ouvir .

A foto ainda não conseguimos pegar, estamos esperando acalmar os ânimos de Maciel, tão logo faça o resgate, prometo publicar.

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